
Típica da região do Mediterrâneo, a oliveira (Olea europaea) é uma árvore de folhas perenes e pertence à família das Oleáceas. A árvore mede, em geral, de 4 a 5 metros de altura, mas pode ultrapassar 10 metros. O seu tronco é retorcido, o que resulta num aspecto peculiar e interessante, mas a longevidade da árvore é ainda mais surpreendente: pode viver por mais de 1.000 anos! As folhas, de coloração verde-escura por cima e acinzentada por baixo, são estreitas, lanceoladas, coriáceas e de bordas inteiras. Já as flores são pequenas, brancas e surgem em cachos durante a primavera. As flores têm os dois sexos e são autoférteis. O fruto, conhecido como oliva ou azeitona, tem formato ovóide e coloração verde no princípio, tornando-se arroxeado ou preto ao amadurecer. O tamanho e a forma dos frutos podem variar em função da variedade.
Os frutos só podem ser consumidos depois de processados, na forma de conserva ou de azeite. Em média, uma oliveira pode render 20 Kg de azeitonas e, para se ter uma idéia, são necessários cerca de 5 a 6 Kg para produzir 1 litro de azeite.
O cultivo da oliveira é feito principalmente na região mediterrânea, sendo que a Itália e a Espanha são os principais produtores, seguidos de Portugal, Grécia, Turquia e Tunísia.
A oliveira é relativamente rústica, capaz de adaptar-se aos mais variados tipos de solos, no entanto, a planta é exigente em condições de clima, que deve seco no verão e frio e úmido no inverno. Multiplica-se por estaquia e enxertia. Sabe-se que as mudas obtidas por sementes, na maioria dos casos, dão frutos de qualidade inferior, por isso são utilizadas apenas como porta-enxertos.
Por ser típica de climas temperados, há dificuldade de produção em locais de clima quente. O ciclo produtivo de uma oliveira tem início com 5 a 10 anos de idade, dependendo das condições de cultivo e clima.
Além de água, óleo e glicídios, o fruto da oliveira - a azeitona - contem numerosos minerais, especialmente cálcio, ácidos orgânicos, enzimas, vitaminas B1, B2 e PP e provitamina A. Seu poder nutricional é tão interessante, que em tempos remotos, na região do Mediterrâneo, a azeitona, juntamente com a cebola e o pão de centeio formavam a base principal da alimentação dos habitantes do campo.
Os frutos só podem ser consumidos depois de processados, na forma de conserva ou de azeite. Em média, uma oliveira pode render 20 Kg de azeitonas e, para se ter uma idéia, são necessários cerca de 5 a 6 Kg para produzir 1 litro de azeite.
O cultivo da oliveira é feito principalmente na região mediterrânea, sendo que a Itália e a Espanha são os principais produtores, seguidos de Portugal, Grécia, Turquia e Tunísia.
A oliveira é relativamente rústica, capaz de adaptar-se aos mais variados tipos de solos, no entanto, a planta é exigente em condições de clima, que deve seco no verão e frio e úmido no inverno. Multiplica-se por estaquia e enxertia. Sabe-se que as mudas obtidas por sementes, na maioria dos casos, dão frutos de qualidade inferior, por isso são utilizadas apenas como porta-enxertos.
Por ser típica de climas temperados, há dificuldade de produção em locais de clima quente. O ciclo produtivo de uma oliveira tem início com 5 a 10 anos de idade, dependendo das condições de cultivo e clima.
Além de água, óleo e glicídios, o fruto da oliveira - a azeitona - contem numerosos minerais, especialmente cálcio, ácidos orgânicos, enzimas, vitaminas B1, B2 e PP e provitamina A. Seu poder nutricional é tão interessante, que em tempos remotos, na região do Mediterrâneo, a azeitona, juntamente com a cebola e o pão de centeio formavam a base principal da alimentação dos habitantes do campo.
Os frutos da oliveira, já famosos há muito tempo, estão agora dividindo os holofotes com suas companheiras - as folhas da oliveira. Isso porque estudos têm demonstrado que elas apresentam inúmeras qualidades medicinais, além de serem ótimas aliadas para quem vive em luta com a balança. Chás e cápsulas preparados com a folha da oliveira podem ser de grande valor juntamente com a dieta para emagrecimento.
A folha da oliveira está sendo considerada tão poderosa, que muitos afirmam serem mais eficientes que o chá verde, quando o assunto é emagrecimento. Do ponto de vista nutricional, comparadas às folhas do chá verde (Camellia sinensis), as folhas da árvore da azeitona teriam quase quatro vezes mais potássio, magnésio, manganês, fósforo, selênio, cobre e zinco.
Pesquisas realizadas pela Universidade Metodista de Piracicaba mostraram que estes elementos são responsáveis pelo alto poder antioxidante das folhas, que estimulam o metabolismo ajudando na eliminação das gorduras, especialmente naquelas acumuladas na região abdominal. O consumo do chá, por exemplo, na média de três a quatro xícaras por dia, pode ajudar a pessoa a reduzir em até 10% sua circunferência abdominal, num prazo de dois a três meses. Logicamente, que combinando o consumo do chá com uma alimentação saudável, de baixas calorias e sem excesso de gordura.
Os benefícios do azeite de oliva já são bem conhecidos, mas só recentemente as virtudes das folhas da oliveira estão sendo estudadas: elas são ricas em vitaminas, fibras, sais minerais e ácidos graxos, incluindo o ômega 9 - que até pouco tempo se pensava existir apenas em alguns peixes. Além disso, a alta concentração de fibras das folhas auxilia a minimizar a prisão de ventre. As folhas apresentam concentração quase nula de cafeína, de forma que seu chá pode ser consumido por hipertensos, cardíacos e pessoas portadoras de gastrite.
Os estudos que estão sendo realizados com as folhas e ramos da oliveira apontam que seus princípios antioxidantes atuam na modulação dos radicais livres, fortalecem o sistema imunológico e aumentam a energia do cérebro. Por essa razão, são excelentes auxiliares na prevenção de doenças como esclerose múltipla, de Alzheimer e Parkinson.
As folhas da oliveira ainda são ricas em ácidos graxos ômega 3, 6 e 9; vitaminas A, E, B1, B2, B3 e B6, cobre, potássio, magnésio, manganês, sódio, fósforo, zinco e selênio.
Extrato de folhas de oliva pode reduzir colesterol e pressão
Um suplemento contendo extrato de folhas de oliva pode ajudar a reduzir a pressão e o colesterol de pessoas que estão prestes a desenvolver hipertensão, segundo estudo publicado na revista "Phytotherapy Research", em 2008. De acordo com os autores, as folhas da oliveira têm sido usadas desde os tempos antigos com propósitos medicinais, e novas pesquisas mostram que seu extrato tem propriedades antibacterianas, antiinflamatórias e antioxidantes. Em estudo com 20 pares de gêmeos idênticos no limite para hipertensão (entre o nível ideal de 120/80 e o de pressão alta de 140/90), pesquisadores suíços notaram que, após oito semanas, aqueles que haviam tomado suplemento de 1000 mg de extrato de folha de oliva por dia tiveram considerável redução na pressão - de 137/80 para 126/76 - e queda nos níveis de colesterol "ruim" (LDL). Aqueles que apenas receberam placebo não tiveram resultados significativos.
"E com um ramo de oliveira o homem se purifica totalmente." Virgílio, Eneida
Aqui no Brasil, o terapeuta holístico Cosmo Fernando Pacceta tem avançado com suas pesquisas a respeito dos poderes medicinais das folhas da oliveira. O resultado do seu trabalho, pioneiro no país, gerou o livro "Oliveira, muito além do azeite".
Segundo as pesquisas de Pacceta, dentre as potencialidades curativas atribuídas às folhas de oliveira, estão os poderes bactericida e antivirótico, além da melhoria de quadros cardíacos, artrites, estados gripais, distúrbios neurológicos e de aprendizagem. Em seu livro, o pesquisador relata que, por milhares de anos, a planta era macerada e usada como ungüento para curativos. A melhora se dava em função de inúmeros componentes, entre eles a oleuropeína, os antioxidantes, os ácidos graxos ômega-3 e 6, vários sais minerais e vitaminas do complexo B.
Ainda segundo Pacceta, existem nas folhas 18 tipos de ácidos graxos, essenciais para o bom funcionamento do coração.
As folhas da oliveira estão sendo usadas em todo o mundo por médicos ortomoleculares e terapeutas holísticos como coadjuvante eficaz e seguro em várias formas de tratamento.
A folha da oliveira está sendo considerada tão poderosa, que muitos afirmam serem mais eficientes que o chá verde, quando o assunto é emagrecimento. Do ponto de vista nutricional, comparadas às folhas do chá verde (Camellia sinensis), as folhas da árvore da azeitona teriam quase quatro vezes mais potássio, magnésio, manganês, fósforo, selênio, cobre e zinco.
Pesquisas realizadas pela Universidade Metodista de Piracicaba mostraram que estes elementos são responsáveis pelo alto poder antioxidante das folhas, que estimulam o metabolismo ajudando na eliminação das gorduras, especialmente naquelas acumuladas na região abdominal. O consumo do chá, por exemplo, na média de três a quatro xícaras por dia, pode ajudar a pessoa a reduzir em até 10% sua circunferência abdominal, num prazo de dois a três meses. Logicamente, que combinando o consumo do chá com uma alimentação saudável, de baixas calorias e sem excesso de gordura.
Os benefícios do azeite de oliva já são bem conhecidos, mas só recentemente as virtudes das folhas da oliveira estão sendo estudadas: elas são ricas em vitaminas, fibras, sais minerais e ácidos graxos, incluindo o ômega 9 - que até pouco tempo se pensava existir apenas em alguns peixes. Além disso, a alta concentração de fibras das folhas auxilia a minimizar a prisão de ventre. As folhas apresentam concentração quase nula de cafeína, de forma que seu chá pode ser consumido por hipertensos, cardíacos e pessoas portadoras de gastrite.
Os estudos que estão sendo realizados com as folhas e ramos da oliveira apontam que seus princípios antioxidantes atuam na modulação dos radicais livres, fortalecem o sistema imunológico e aumentam a energia do cérebro. Por essa razão, são excelentes auxiliares na prevenção de doenças como esclerose múltipla, de Alzheimer e Parkinson.
As folhas da oliveira ainda são ricas em ácidos graxos ômega 3, 6 e 9; vitaminas A, E, B1, B2, B3 e B6, cobre, potássio, magnésio, manganês, sódio, fósforo, zinco e selênio.
Extrato de folhas de oliva pode reduzir colesterol e pressão
Um suplemento contendo extrato de folhas de oliva pode ajudar a reduzir a pressão e o colesterol de pessoas que estão prestes a desenvolver hipertensão, segundo estudo publicado na revista "Phytotherapy Research", em 2008. De acordo com os autores, as folhas da oliveira têm sido usadas desde os tempos antigos com propósitos medicinais, e novas pesquisas mostram que seu extrato tem propriedades antibacterianas, antiinflamatórias e antioxidantes. Em estudo com 20 pares de gêmeos idênticos no limite para hipertensão (entre o nível ideal de 120/80 e o de pressão alta de 140/90), pesquisadores suíços notaram que, após oito semanas, aqueles que haviam tomado suplemento de 1000 mg de extrato de folha de oliva por dia tiveram considerável redução na pressão - de 137/80 para 126/76 - e queda nos níveis de colesterol "ruim" (LDL). Aqueles que apenas receberam placebo não tiveram resultados significativos.
"E com um ramo de oliveira o homem se purifica totalmente." Virgílio, Eneida
Aqui no Brasil, o terapeuta holístico Cosmo Fernando Pacceta tem avançado com suas pesquisas a respeito dos poderes medicinais das folhas da oliveira. O resultado do seu trabalho, pioneiro no país, gerou o livro "Oliveira, muito além do azeite".
Segundo as pesquisas de Pacceta, dentre as potencialidades curativas atribuídas às folhas de oliveira, estão os poderes bactericida e antivirótico, além da melhoria de quadros cardíacos, artrites, estados gripais, distúrbios neurológicos e de aprendizagem. Em seu livro, o pesquisador relata que, por milhares de anos, a planta era macerada e usada como ungüento para curativos. A melhora se dava em função de inúmeros componentes, entre eles a oleuropeína, os antioxidantes, os ácidos graxos ômega-3 e 6, vários sais minerais e vitaminas do complexo B.
Ainda segundo Pacceta, existem nas folhas 18 tipos de ácidos graxos, essenciais para o bom funcionamento do coração.
As folhas da oliveira estão sendo usadas em todo o mundo por médicos ortomoleculares e terapeutas holísticos como coadjuvante eficaz e seguro em várias formas de tratamento.













